Me perco dentro dessa solidão, dessa angustia. O vento lá fora bate contra meu rosto e posso sentir a liberdade, aqui dentro me sinto sufocada sem ar, sem liberdade. Olho no espelho e fico em duvida de quem sou, fico me perguntando se vai ser assim o tempo todo. Meu coração partido em pedaços, e poco a poco tento colar pedacinho por pedacinho, tento esquecer segundo por segundo. No frio desse momento tento encontrar uma saida, para que eu possa me libertar de todas as coisas ruins. No silêncio dessa noite sinto o violão tocar, a TV ligar, eo radio falar. Na solidão desse momento me vejo cada vez mais fraca, deprimida e sem vontande alguma de ver o sol novamente, de escutar os pássaros cantarem e de levantar para mais um dia. Fecho a janela com a cortina não deixo a luz entrar, apago a luz e com as imaginações tento sorrir por 10 segundos. O calor suave em meu corpo faz com que eu libere todo o mal, e tenho forças para encarar um novo dia.
E mais uma vez me perco entre lágrimas, virtualmente consigo me expressar, e falas, consigo me ver em outro mundo. É como um diário, um diário aberto !
E assim todos os dias, até o ultimo minuto de vida.
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